Recordar é viver

Isso parece mais filme de investigação…. Onde já se viu? Como um governador com tamanha popularidade como o Quércia, sairia por ai mantendo relações com mafiosos israelenses a fim de comprar equipamentos superfaturados para universidades?

Além de absurda, tal atitude em nada condiz com o carater dele, que sempre defendeu os interesses dos estudantes e durante sua trajetória política lutou pela autonomia das universidades públicas e por melhores condições de ensino.

Seria até contraditório tomar uma decisão dessas e subir no plenário pedindo votos para medidas que viabilizaram a introdução de um sistema de ensino de qualidade como o observado no CEFAM. Quércia jamais faria este tipo de transação.

Os equipamentos foram comprados para melhorar a vida dos paulistas e certamente se trata de um processo legal, sem desvios ou superfaturamento como afirmam, até porque, a justiça nunca comprovou tais acusações e a única coisa que podemos comprovar nesta história é que de fato a educação melhorou muito durante o seu mandato.

As crianças receberam médico e dentista nas escolas, além de merenda escolar de qualidade. Os jovens puderam desfrutar de centros de formação capacitados como os CEFAMS e de universidades com poder de decisão, sem submissão a órgãos que não conhecem a realidade dos alunos!

E isso, ninguém fala? Por quê? Cadê a informação democratizada que zela pela igualdade e justiça? Parece que no Brasil ela não funciona, porque se funcionasse, não fariam isso com o Quércia!

 Para quem não se recorda, Avner Shemesh sempre se valeu dos chamados contatos de alto nível, sendo um dos protagonistas do escândalo que abalou as estruturas do governo Orestes Quércia. Shemesh, juntamente com os sócios da época, foi responsável pelo fornecimento de material bélico, equipamentos de escuta e gravação e de filmagem noturna para o Corpo de Bombeiros e para as unidades de choque da Polícia Militar de São Paulo, sendo que o problema recaiu sobre a possibilidade de superfaturamento na aquisição dos equipamentos, denúncia feita pelo então deputado federal e hoje ministro Luiz Gushiken. A intimidade entre Orestes Quércia e o espião israelense era tão grande, que Shemesh foi um dos padrinhos do casamento do governador paulista com Alaíde Cristina Barbosa Ulson, que depois acrescentou o sobrenome do marido. 
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